Operação termina no resgate de 17 trabalhadores em situação análoga à escravidão em Itaitinga
Fiscalização lavrou, ao todo, 37 autos de infração pelas irregularidades trabalhistas
Fiscalização lavrou, ao todo, 37 autos de infração pelas irregularidades trabalhistas
Além do envio de quase 1,5 milhões de doses para o Ceará, ação cobra a revisão do método de remessa adotado pela União
Com parcerias, aeroportos e terminais rodoviários veiculam vídeos de conscientização e realizam capacitações de seus funcionários
Uma ação fiscal realizada por uma equipe integrada por Auditores Fiscais do Trabalho, Procuradora do Trabalho e Agentes da Polícia Federal, constatou 11 trabalhadores em situação de trabalho análogo ao de escravo na periferia de Fortaleza/CE. Os trabalhadores eram aliciados nos municípios paraibanos de São Bento, Catolé do Rocha e Brejo do Cruz e exerciam atividades ligadas principalmente à venda de redes, artigos de cama mesa e banho e também de produtos de origem suspeita (eletrônicos) na região metropolitana da capital cearense.
O Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público do Estado do Ceará (MPCE) e o Ministério Público Federal (MPF) solicitaram ao Programa Nacional de Imunização (PNI) a revisão da meta de vacinação para Covid-19 no Estado do Ceará, com envio maior de doses em relação ao total da população. Com o avanço do processo de imunização por idade, ficou evidente que a quantidade de vacinas enviadas não reflete os dados de número de pessoas efetivamente existentes nos grupos prioritários e na população geral em todo o estado. O Ministério Público pede também o envio imediato do quantitativo de 1.440.932 doses de vacinas solicitadas em abril, com ajuste nos envios seguintes, até que seja ofertada a quantidade proporcional ao número de pessoas efetivamente residentes no Ceará.